
Frota de drones agrícolas no Brasil deve chegar a 50 mil equipamentos em 2026
País saiu de 3 mil drones agrícolas em 2021 para 35 mil em 2025, e projeções indicam 50 mil até o fim deste ano.
Crescimento de quatro dígitos
O Brasil consolidou em 2025 a posição de segundo maior mercado mundial de drones agrícolas, atrás apenas da China. A frota operante saltou de cerca de 3 mil equipamentos em 2021 para 35 mil ao fim de 2025, e projeções apontam para 50 mil unidades até o encerramento de 2026.
A expansão corresponde a um crescimento próximo de 10 vezes em quatro anos, impulsionada pela queda nos custos por hectare e pela profissionalização dos prestadores de serviço.
O que dizem as entidades do setor
Segundo projeções do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), o total de aeronaves não tripuladas registradas deve alcançar 93 mil unidades até 2026, somando drones agrícolas, de mapeamento e de inspeção.
Estima se que apenas em 2026 sejam entregues cerca de 15 mil novos equipamentos agrícolas ao mercado brasileiro.
Concentração de fabricantes
A DJI segue como líder isolada de mercado. Em importação, a DronePro fechou 2025 no primeiro lugar com 21,1% de participação, aproximadamente um quarto de todo o volume importado.
Impacto na lavoura
Os drones agrícolas de última geração aplicam acima de 100 hectares por dia por equipamento, com consumo reduzido de água e defensivos. A tecnologia já é usada em soja, milho, cana, café, arroz e pastagens.
Fontes: CNN Brasil, AgFeed, Times Brasil (CNBC), Click Petróleo e Gás, Sindag.
